Livia Nery - Estranha Melodia Ver maior

Livia Nery - Estranha Melodia

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Nessa estranha melodia / quero brincar / nessa estranha melodia. A estrutura dos versos que dão início ao primeiro álbum na carreira de Livia Nery apontam com clareza o caminho: ao longo de 13 faixas, a cantora, compositora e produtora baiana vai entortar canções, dar verniz pop a complexos enredos ou puxar o freio de mão da máquina para abrir caminho para o dedilhar de um violão. Reunindo a produção de quase uma década, trazida da Bahia para São Paulo por Livia, e trabalhada por cinco meses no quartinho dos fundos da casa de Curumim, o álbum - gravado no Red Bull Studio, em São Paulo - segue apenas um impulso: o da experimentação. E, no caminho acertadamente incerto, ergue a bandeira do som para conduzir as viagens da artista. Estranha melodia (Máquin...(Resumo completo abaixo)

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Nessa estranha melodia / quero brincar / nessa estranha melodia. A estrutura dos versos que dão início ao primeiro álbum na carreira de Livia Nery apontam com clareza o caminho: ao longo de 13 faixas, a cantora, compositora e produtora baiana vai entortar canções, dar verniz pop a complexos enredos ou puxar o freio de mão da máquina para abrir caminho para o dedilhar de um violão. Reunindo a produção de quase uma década, trazida da Bahia para São Paulo por Livia, e trabalhada por cinco meses no quartinho dos fundos da casa de Curumim, o álbum - gravado no Red Bull Studio, em São Paulo - segue apenas um impulso: o da experimentação. E, no caminho acertadamente incerto, ergue a bandeira do som para conduzir as viagens da artista. Estranha melodia (Máquina de Louco / 2019) chega dia 7 de junho a todas as plataformas digitais lançado pelo selo do BaianaSystem, e coloca o trabalho da contemporânea do grupo como a primeira edição fonográfica do coletivo. (...) E meu segredo / posso te contar? / Aqui não tem medo / só chamego. Beco do sossego, segunda faixa do álbum, e parte de uma espécie de trilogia introdutória da artista, também funciona como boa síntese do disco. Livia não se prende a um conceito único e engessado para construir a narrativa do álbum. Sem receio de avançar, recuar ou mudar a direção, a produtora tece um mapa sonoro para vivência dela, que nasceu em Salvador, foi criada entre a capital baiana e o interior do estado, e hoje vive em São Paulo. Há ali a descoberta do mar, e o desejo de ir além dele, há os pés na terra de uma Bahia profunda, brejeira, por onde se forja boa parte de sua personalidade, e ainda todo o pisar acelerado e inseguro de se construir numa cidade dura como São Paulo. O que sobressai, portanto, é a pluralidade que Livia carrega. Eletrônica e melancólica perto do mar, universal no interior, melodiosa no concreto. Fazendo música a partir do lugar de desconforto do não-pertencimento. Se permitindo, sem medo, ser só aquilo que se é. E Livia se revela múltipla ao longo do disco. Entre beats calorosos e uma organicidade que determina a maneira de pensar a eletrônica do álbum, há ainda a compositora de romantismo fino, ou a cantora de alcance grandioso, como em Sintoma de amor, de final eloquente digno das grandes canções pops. A escolha por conduzir, junto de Curumim - que assina a produção ao seu lado - , as máquinas de formas rústica permite que synths pouco previsíveis dêem temperaturas diversas ao álbum - ou até saiam de cena, se parecer necessário, como acontece em Cantoria, canção que quebra a estrutura do disco em seu quarto momento, e revela o lugar de origem de tudo: a melodia. É ela quem surge soberana, expondo que a timbragem das canções é uma escolha estética descolada de modismos. A sonoridade, no entanto, permanece como guia, e cada música parece ressoar as buscas e mergulhos de Livia, instigada por Curumim. Quem fitar o som vai ver a Livia cujo instrumento primeiro é o teclado, ou ainda a artista que, antes, experimentou o palco sozinha com seus pedais de looping. A que ritualizou a música, ou ainda a radialista, a colecionadora de vinis. Mas nessa estreia, quem fitar o som, acima de tudo, vai ver o som. SOBRE ESTRANHA MELODIA Produzido por Livia Nery e Curumim, e gravado no Red Bull Studios, o álbum reúne 13 composições. Dessas, apenas Vinte léguas traz uma regravação - é a leitura de Livia para a composição de Evinha e Marizinha, registrada em 74 no álbum Eva, lançado pela Odeon. As 12 restantes trazem Livia em duas parcerias - Quem se imaginou, com Ricardo Santana, e Pra trabalhar, ao lado de Tatiana Lírio e Johanna Gaschler - e solo nas outras dez. Gravado por ela, Aline Falcão, Curumim e João Paulo Deogracias, o álbum conta acom participação de Edgard Scandurra, Lucas Martins, Edy Trombone, Maurício Badé, Tatiana Lirio, Johanna Gaschler, Marcelo Galter, Israel Lima e Jorge Solovera. SOBRE LIVIA NERY Instrumentista, cantora, compositora e produtora nascida em Salvador, Livia Nery chega ao seu primeiro álbum, Estranha melodia, com trajetória singular. Seu primeiro EP, Vulcanidades (2017), tem produção assinada por ela e Rafa Dias (ÀTTØØXXÁ), e lhe rendeu o prêmio de melhor intérprete feminina do Prêmio Caymmi. Com seu cruzamento de música urbana com o cancioneiro brasileiro, já mergulhou em laboratórios e investigações em projetos como PULSO - uma residência artística na Red Bull Station - e Super Violão Mashup - assumindo, ao vivo, a manipulação eletrônica de um violão em projeto no Oi Futuro. Como produtora, já esteve a frente de faixas para Letrux e Luisão Pereira, além de co- assinar as produções de seus projetos, tanto seu EP como seu disco, que chega agora em 2019. No palco, já esteve em importantes festivais como Coquetel Molotov e Festival Radioca. Livia soma ainda notórias participações nos carnavais de Salvador e em projetos de rua ao lado do Ministéreo Público Sistema de Som.

Aguardado primeiro álbum da artista baiana revela o som como o principal guia das canções, processadas entre beats e sintetizadores ou ao violão Produzido por Livia - que já esteve a frente em gravações de Letrux e Luisão Pereira - e por Curumim, disco costura um Brasil litorâneo, brejeiro e de concreto, entre trânsitos reais e subjetivos na trajetória da artista Artesanalmente eletrônico, Estranha melodia chega através do Máquina de Louco, e é o primeiro lançamento do selo do BaianaSystem

Código de Barras: 40185

Tipo de Item: CD

Título:

Artista(s):

Gravadora: Independente

Selo: Máquina de Louco

Assuntos: BaianaSystem, Russo Passapusso, Curumin, Evinha, Artistas Baianos

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